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Gerência na Virada Cultural de São Paulo

A trajetória musical de Silvano Gomes, mais conhecido como Joe, é, sem dúvida, das mais interessantes. No inicio dos anos 90, em Salvador, fundou o Cascadura, sendo o primeiro baixista da banda. Depois, saiu para montar os Dead Billies em companhia de Morotó, Glauber e Rex. Para uma grande maioria a maior banda de rock da Bahia. Para alguns, a maior do mundo, de todos os tempos. Com o fim dos Billies, em 2000, e junto com os companheiros remanescentes Rex e Morotó, foi membro fundador dos Retrofoguetes. Saiu da banda para se juntar a cantora Pitty, onde continua tocando até hoje.

Porém, Joe nunca esqueceu suas primeiras composições, escritas junto com seus amigos de escola (ETFBA). Músicas que ele criou ainda nesta época, mas que permeavam sua mente sempre com a promessa de “um dia, quando der, vou gravá-las”. E, finalmente, esse dia chegou. Intimou alguns amigos a participar das gravações retomando um projeto que existiu por pouco tempo, há dez anos atrás, chamado “Joe e a Gerência”. “O intuito é dar vida a essas músicas e, principalmente, aos seus personagens”, disse ele.

Dez músicas estão sendo finalizadas e duas delas, “Acordado” e “Manga e Chocolate”, já podem ser ouvidas no Soundcloud: www.soundcloud.com/joe_eagerencia. O primeiro clipe, da música “Acordado”, dirigido por Clara Lobo, pode ser visto em http://www.youtu.be/AxVv2OC2TrY.

Ao vivo, Joe canta e toca guitarra acompanhado de Brunno Cunha no baixo (das bandas The Gramophones e Pitty), Rafael Mimi na guitarra (das bandas Projeto Caixa Preta e Dossiê) e Rick na bateria (vindo da banda Dom Vito e Seus Foguetes), mais conhecidos como A GERÊNCIA.

A banda tem se apresentado freqüentemente e já fez shows no Circo Voador (RJ), Studio SP, o Beco (SP), A Obra (MG), Vitória da Conquista/BA, Salvador/BA entre outras.

Depois desse release você não pode perder o projeto @joe_eagerencia que tocará na Virada Cultural de São Paulo no Paldo Indie localizado na Rua Gusmões. Domingo dia 6 de maio no palco Indie às 16 horas.



- Postado por: Joe às 22h05
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Vote em "Acordado" no TOP10MTv

Para o primeiro vídeo clipe do projeto paralelo Joe e a Gerência entrar na programação das 10 mais pedidas da MTv basta entrar no site do TOP10 procurar pelo artista "Joe e a Gerência" que a música aparecerá abaixo do campo de busca, clique em "Acordado" para computar seu voto.

Clique aqui e o encaminharemos para o site da votação.



- Postado por: Joe às 13h49
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Gerencie seu final de semana

E dia 19/01/1012 em Vitória da Conquista no Viela Sebo Café, não percam.



- Postado por: Joe às 11h50
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Gerência no Mtv na Brasa

A MTv recebe nesta segunda feira a partir das 20:30h os meninos do projeto paralelo Joe e a Gerência e você não pode perder. Então anote na sua agenda porque é amanhã.



- Postado por: Joe às 16h04
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Hangout com Joe Gomes no Google+

Para quem perdeu o Hangout com o Joe no Google+ aqui vai um pequeno consolo onde você poderá curtir os momentos da conversa, para incluir Joe em seus circulos clique aqui.



- Postado por: Joe às 15h59
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Música nova "Manga e Chocolate"

Os preparativos para o show de semana que vem estão a todo vapor e resultado disso é a nova musica “Manga e Chocolate” que foi disponibilizada, quem vai ao show pode baixar e ouvir incansavelmente para fazer bonito no dia 24 de novembro no Seboteka – São Paulo. Para fazer o download da música dê o play logo abaixo. Comente no Twitter com a tag #mangaechocolate.



- Postado por: Joe às 21h57
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Show Joe e a Gerência

Hora: quinta, 24 de Novembro · 21:00 - 23:00

Localização: Seboteka Rua Consolação, n. 2.688 São Paulo - A Seboteka fica próxima ao metrô Consolação.

Mais informações: Joe e a Gerência fará mais um show em São Paulo para divulgar seu trabalho e seu mais recente clipe Äcordado". No repertório músicas próprias como Acordado, Tudo Bem, Taxi Driver, entre outras e versões bem humoradas de artistas que influenciaram seu trabalho como Pepeu Gomes, Erasmo Carlos e Blitz. 

Preço Único: R$ 10,00.

Censura 18 anos



- Postado por: Joe às 17h08
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Entrevista ao Além do Muro

Os Feios, Dr. Cascadura, Dead Billies, retrofoguetes, Pitty, Joe e a Gerência... Muita coisa? Espera pra ler o que o Joe já fez durante quase 20 anos de música, em entrevista pra Além do Muro.

Silvano "Joe" Gomes é baiano, começou tocando baixo na banda Os Feios. Depois fundou junto com Fábio a banda Dr. Cascadura, hoje Cascadura. Foi membro também do Dead Billies e depois formou com ex-integrantes da última o Retrofoguetes. Atualmente participa da banda de Pitty e recentemente criou seu projeto paralelo Joe e a Gerência, que já conta com duas músicas disponibilizadas no myspace do mesmo. Saiba mais um pouco sobre o baixista que hoje é orgulho de fãs desde a década de 90.

ADM: Em relação à música, você teve influências de seus pais? Ou descobriu seu gosto sozinho?

JG: Bom, meu pai tocava violão muito bem e cantava melhor ainda, mas teve que largar essa aptidão logo após começar seu namoro com minha mãe, que devia ser bem ciumenta em relação a esse lado dele. Não o vi tocar muito porque quando eu tinha 3 anos ele teve que parar de tocar por problemas de saúde.

Minha mãe sempre gostou de ouvir música em casa e além de tudo eu nasci em Salvador e Salvador é música o tempo todo em todos os lugares.

ADM: Quando e como você decidiu que queria viver de música?

JG: Não sei exatamente quando, mas eu sempre, desde que me conheço por gente, quis tocar. Eu me lembro que estava na escola e um amigo pegou um violão e saiu tocando pela sala. Achei aquilo demais. O nome desse amigo era Nenel e fizemos muitas coisas musicais juntos depois. Acho que tudo isso me levou a querer ser músico.

ADM: Você teve sua primeira experiência musical na banda "Os Feios" ou já tinha ocorrido algo antes?

JG: Como falei acima, minhas primeiras experiências musicais vieram dessa época, um pouco antes dos Feios que foi minha banda de escola e que deu origem aos Dead Billies, ao Cascadura e ao Retrofoguetes, minha banda instrumental antes de tocar com Pitty.

ADM: Você participou ao lado do Fábio Cascadura da banda cascadura. E você? Do que mais você lembra destes tempos?

JG: A inocência.

ADM: No Dead Billies ou lado de Moscabilly, Morotó Slim e Rex, você era conhecido como Joe Tromondo, de onde veio este codinome?

JG: Veio da época da escola técnica mesmo. Eu nunca estava na sala de aula. Igor, meu colega, sempre que eu chagava na porta da sala ele me chamava de Joe e eu ficava amarradão até que ele me explicou que joe era "Joetromundo." Troquei a letra e pronto!

ADM: Como se deu sua entrada na formação da Banda Pitty? Já conhecia todo o pessoal?

JG: Eramos amigos muito antes do convite e eu era o baixista mais próximo.

ADM: Admirável Chip Novo, Anacrônico ou Chiaroscuro?

JG: Sempre o último. Grave esta resposta!

ADM: Joe e a Gerência, como se formou esse novo projeto? Surgiu com você por agora ou é vontade antiga?

JG: Este projeto veio da vontade de tocar músicas que foram ficando pra trás, das bandas que toquei, e que sempre achei que valiam serem conhecidas. Sou apaixonado por elas, retratam uma época muito pura de minha vida.

ADM: Assim como Martin e Duda, vocês também pensam em lançar CD Físico? Já tem muitas canções prontas?

JG: Nunca pensei em cd mesmo, sempre tive vontade de tocar essas músicas e só depois de algum tempo me veio a vontade de gravá-las. E hoje, com o advento da internet, penso em gravar e disponibilizar depois. Ah e fazer muitos shows!

ADM: Podemos esperar mais novidades em relação ao projeto? Clipes ou quem sabe shows?

JG: Sim, podem esperar pois estamos tramando pra fazer as coisas acontecerem mas sem pressa nenhuma. Tenho ao meu lado na Gerência Brunno Cunha no baixo (que é meu companheiro também com Pitty), Rick na bateria e Rafael Mimi dividindo as guitarras comigo.

BATE E VOLTA!

ADM: Uma Banda:

JG: Stray Cats

ADM: Um Cantor:

JG: Elvis Presley

ADM: Uma Cantora:

JG: Bessie Smith

ADM: Um CD:

JG: Blood Sugar Sex Magic, do Red Hot Chili Peppers

ADM: Uma Música:

JG: Try a Little Tenderness, na voz de Otis Redding

ADM: Um Ídolo:

JG: meu tio Silvio

ADM: Uma Influência:

JG: música negra

ADM: Um Baixista:

JG: James Jamerson

ADM: Um Show:

JG: Bailão do Ruivão na concha acústica de salvador.

Sandney Costa e Ícaro Araújo

 



- Postado por: Joe às 14h42
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Mix Nacional da Mix TV

Neste sábado (5), em São Paulo, foi realizado mais uma edição do Planeta Terra. Mais uma vez, um dos eventos mais bacanas do calendário realizado em um parque de diversões da capital paulista. A procura pelos shows foi tão grande, que os ingressos se acabaram em menos de um dia. Selvagens À Procura Da Lei , Criolo, The Name e Garotas Suecas e Nação Zumbi estão no line-up brasileiro.

Veja quem está no Mix Nacional deste domingo, à 0h.

Garotas Suecas – Banho De Bucha

Criolo – Subirusdoistiozin

Joe E A Gerência – Acordado

Barbara Marques – O Pouco E Qualquer

Peixoto E Maxado – Die In Vain

Rock Rocket – Shark Attack

O Teatro Mágico – Amanhã…Será?

Selvagens À Procura Da Lei – Amigos Libertinos

Marcelo Jeneci – Felicidade

Karina Buhr – Cada Palavra

Projota – Pode Se Envolver

Stillxstrong – Awake And Disturbed

The Name – Let The Things Go

Cibelle – Sapato Azul

Matanza – Remédios Demais

Karol Conka – Boa Noite



- Postado por: Joe às 13h48
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Release:

A trajetória musical de Silvano Gomes, mais conhecido como Joe, é, sem dúvida, das mais interessantes. No inicio dos anos 90, fundou o Cascadura, sendo o primeiro baixista da banda. Depois, saiu para montar os Dead Billies em companhia de Morotó, Glauber e Rex. Para uma grande maioria a maior banda de rock da Bahia. Para alguns, a maior do mundo, de todos os tempos. Com o fim dos Billies, em 2000, e junto com os companheiros remanescentes Rex e Morotó, foi membro fundador dos Retrofoguetes. Saiu da banda para se juntar a cantora Pitty, onde continua tocando até hoje. Porém, Joe nunca esqueceu suas primeiras composições, escritas junto com seus amigos de escola (ETFBA). Músicas que ele criou ainda nesta época, mas que permeavam sua mente sempre com a promessa de “um dia, quando der, vou gravá-las”. E, finalmente, esse dia chegou. Intimou alguns amigos a participar das gravações retomando um projeto que existiu por pouco tempo, há dez anos atrás, chamado “Joe e a Gerência". “O intuito é dar vida a essas músicas e, principalmente, aos seus personagens”, disse ele. Dez músicas estão sendo finalizadas e duas delas, “Acordado” e "Tudo Bem", em versão demo, já podem ser ouvidas aqui mesmo. Ao vivo, Joe canta e toca guitarra acompanhado de Brunno Cunha no baixo, Rafael Mimi na guitarra e Rick na bateria, mais conhecidos como A GERÊNCIA.

Ricardo Cury

Integrantes:

Joe - guitarra e voz || Brunno Cunha - baixo e vocais || Rafael Mimi - guitarra e vocais || Rick - bateria



- Postado por: Joe às 22h33
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A Gerência lança o clipe de Acordado

No último dia 19 foi lançando o clipe mais esperado pelos fãs de Joe e a Gerência. Por volta das 20h Joe começou uma twitcam com toda sua Gerência formada por Rick (na bateria), Brunno Cunha (na guitarra e teclado) e Gabriel Rosa (no baixo). Entre músicas e histórias, os fãs assistiam a transmissão online e interagiam com a banda. Logo depois eles disponibilizaram no You Tube o clipe de "Acordado". O primeiro clipe de Joe e a Gerência, e também o primeiro single da banda. 



- Postado por: Joe às 21h24
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Um papo descontraído com Joe

Joe, baixista da banda Pitty, é um verdadeiro ícone do Rock Nacional. Já tocou em bandas clássicas, como Dead Billies e Os Feios, e agora está com um novo projeto chamado Joe e a Gerência.

Nesse bate-papo descontraído, ele revelou um pouco da trajetória como músico, do que ele acha da cena musical do Pará e também sobre novos projetos. Aproveite, é diversão garantida.

Como você começou a se interessar por Rock’n'Roll? Quais foram os primeiros discos de Rock que escutaste?

Comecei a descobrir o Rock N’Roll no dia 16 de agosto de 1977. Era meu primeiro ano de ginásio e estava voltando pra casa e ainda era dia em Salvador (aquele calor de 30 graus) quando vi uma moça chorando e contando pra amiga que “O Rei do Rock (Elvis Presley) estava morto”. Aquilo me chamou muito a atenção mas continuei o meu caminho pra casa.

Bicho, não sei o que aconteceu mas aquilo foi me dominando, um sentimento que não sabia explicar tomava conta de mim cada vez que alguém falava aquilo. Quando cheguei em casa só piorou porque (acho eu, no auge dos meus 10 anos e quase 11) minha mãe consolava minha tia em prantos, aí fudeu!      Comecei a chorar compulsivamente por alguém que nem conhecia nem lembrava de ter ouvido falar.

A partir daí a tv começou a passar todos os filmes de Elvis na sessão da tarde.

Os primeiros discos que escutei foram Revolver (Beatles)  e High Way to Hell (AC/DC), todos com Lunabis, Boscosativa e Zilmonha, que eram meus amigos desde a infância.

Como foram as tuas primeiras experiências em bandas? Como era a repercussão em Salvador, e no Brasil, com as bandas que fizeste parte?

Minhas primeiras experiências com bandas foram de puro aprendizado e descobertas. Me lembro dos primeiros ensaios que eram muito precários – claro, eu morava em Salvaor e tudo demorava muuuuuuuuito pra chegar por aquelas bandas do país. Montamos uma banda na escola chamada “Os Feios”, que foi o embrião  do que viria a ser os Dead Billies. Lembro que nossos ensaios, por muito tempo, eram “meio” que acústicos: eram 2 vilões e 1 catálogo telefônico, que era a bateria. Depois que os Billies acabaram,  continuamos a tocar juntos eu (que era Joe Tromondo na época), Rex Crotus na bateria e Morotó – que ainda carregava a alcunha de Slim – na guitarra, na banda instrumental “Retrofoguetes”. Não posso deixar de citar “Mr. Vox” Mosckabilly, pra mim, e com muito orgulho, um dos melhores cantores do mundo.

Em Salvador (e fora também)  tocávamos fogo por onde passávamos, era muito divertido mas não saíamos muito de lá. Até hoje encontro pessoas que estão descobrindo os Dead Billies e que falam da força das canções. Ou seja teve uma repercussão muito boa pra quem conheceu na época e ainda tem até hoje pra quem está  conhecendo.

A banda Pitty já é considerada como uma das mais importantes do Brasil. Como começou e como você entrou na banda?

A banda começou em Salvador no estúdio de Duda. A principio, a banda que ía acompanhá-la seria o “Diga Aí Chefe” da qual eu fiz parte como roadie, produtor e técnico de som nos momentos mais caóticos. A banda era Duda, Peu e LF.

LF(músico muito requisitado) acabou que  foi fazer outras coisas e não pode seguir com Pitty e eu estava morando uns dias(que viraram meses) no estúdio de Duda (eu tinha até um quarto lá). Bom, pra encurtar a conversa, eu era o baixista mais próximo no momento e fui convidado a fazer parte da trupe, na época estava tocando com os “Retrofoguetes e tínhamos lançado o EP “Protótipo de Demonstraçao”.

Quais foram os melhores momentos com a banda Pitty até agora?

Foram tantos que é difícil falar de algum especificamente.

O que você conhece e admira do Rock e da música paraense de um modo geral?

La Pupunã (vi uns 2 shows deles e foi muito divertido), Madame Saatan (visceral e competente na medida certa). Sei que essas bandas tem um bom tempo de estrada e nem sei se estão em atividade (espero que estejam).

Você agora está em novo projeto, Joe e a Gerência, conte para nós sobre essa banda:

Este projeto é uma parada muito simples: as músicas foram compostas mais ou menos há 20 anos atrás e nunca foram gravadas ou registradas. Sempre curti muito essas composições e há uns 10 anos atrás montei este projeto com uns amigos em Salvador mas não durou muito, fizemos uns 3 shows e pimba! Acabou.

Hoje estamos muito empolgados tocando a Gerência, a cada show me empolgo mais. Esse estímulo pra mim vem do desafio de cantar e tocar guitarra.

Chamei os amigos Brunno Cunha (baixo) que também toca teclado com Pitty, Dom Rick da Pompéia na bateria e Rafael Mimi na guitarra e estamos entrando em todos os lugares que nos permitem entrar.

Quais são e serão os teus próximos projetos musicais?

Sabe Deus!




- Postado por: Joe às 19h58
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Twitter - @joe_eagerencia

06/05/2012 - Virada Cultural/SP